"Temos a capacidade de investimento que já tinhamos definido no fecho da época anterior e que iríamos realizar este ano. A resposta à sua pergunta é temos capacidade de investimento, não precisamos de propriamente estar a fazer vendas de jogadores. O que tenho dito é que a venda de jogadores tem que ser vista como uma parte integrante do nosso negócio, portanto, em função das oportunidades que surjam não deixaremos de realizar as vendas que se revelarem verdadeiramente interessantes. Mas uma coisa não está relacionada com a outra, não é preciso estar a vender para posteriormente investir em algum jogador", começou por dizer.
Questionado sobre o orçamento para a época 2015/16, o CEO das águias admitiu que a verba é inferior em relação à anterior: "O orçamento é ligeiramente mais baixo do que o da época passada, mas isso tem a ver com outro fator. Como sabem temos falado muito daquilo que está a emergir por parte da nossa área da formação. Hoje temos uma série de jovens que vão integrar a equipa principal e que ao fazê-lo significa que quer os investimentos quer a massa salarial naturalmente, sem qualquer política de contracção, se vai reduzir".
Sobre o cumprimento das regras financeiras da UEFA, Domingos Soares de Oliveira admite que todos os clubes devem estar preocupados com essa situação: "Mais do que uma preocupação, acho que todos os clubes têm de estar atentos às exigências do Fair Play Financeiro. O não cumprimento dessas exigências traz consequências, inclusivamente do ponto de vista desportivo. Portanto, não é só uma questão dos resultados serem melhores ou piores, mas há consequências do ponto de vista desportivo. Temos essa preocupação desde 2012, desde que a UEFA começou a explicar os mecanismos. Todos os anos temos cumprido, não sei se somos os únicos, isso é preciso que vocês vejam efetivamente aquilo que são as declarações do Sporting e do FC Porto. Mas nós temos cumprido com o Fair Play Financeiro, não temos nenhuma intenção de deixar de cumprir aquilo que são as exigências da UEFA".
"Quanto às contratações feitas pelos nossos adversários, eles saberão, e certamente que o sabem bem, aquilo que estão a fazer. Portanto, não penso que seja nossa responsabilidade nem dever estar a fazer qualquer comentário em relação à concorrência. Cada um segue o seu caminho, estamos satisfeitos com o nosso", frisou o dirigente, durante o "closing bell" do Euronext Lisboa.
Por fim, Soares de Oliveira aproveitou para tranquilizar os sócios e adeptos em função das eventuais saídas do plantel. "O que digo aos benfiquistas é lembrarem-se daquilo que têm sido os últimos anos. Todos os anos há preocupação por parte dos nossos adeptos relativamente aquilo que são as saídas do plantel. As saídas do plantel têm que ser vistas como uma parte normal da nossa actividade. Todos os anos as pessoas ficam muito preocupadas relativamente aos investimentos que são feitos pelos nossos mais diretos concorrentes. A verdade é que nos últimos dois anos, independentemente dessas políticas serem verdade ou não, fomos campeões e, portanto, encaramos esta pré-temporada e o arranque para a nova época como a época em que temos todas as condições para voltar a ser campeões", assegurou.
Soares Oliveira rejeitou comentar qualquer negociação relativamente à saída de Nico Gaitán. "Não posso confirmar qualquer negociação que esteja em curso porque teríamos de dar muito mais informação e não seria razoável, mais a mais tendo hoje aqui a presença da CMVM neste evento".
"É um dos jogadores que tem efetivamente mercado, mas não diria que é o único. Há sempre aqui uma questão de que nem sempre as vendas mais altas são as vendas mais interessantes. Em cada momento tem que se perceber aquilo que é a curva de valor de determinado jogador e tem que se perceber se esse jogador está no ponto máximo da sua maximização como jogador. O Gaitán, hoje em dia, está próximo do seu valor máximo como jogador. Não quer dizer que não possa continuar a evoluir", assegurou, sem especificar se considera este como o "momento certo para o vender": "Não sei se é. Não temos uma necessidade de venda, se houver efetivamente uma oportunidade interessante não deixará de ser analisada".
"Quanto às contratações feitas pelos nossos adversários, eles saberão, e certamente que o sabem bem, aquilo que estão a fazer. Portanto, não penso que seja nossa responsabilidade nem dever estar a fazer qualquer comentário em relação à concorrência. Cada um segue o seu caminho, estamos satisfeitos com o nosso", frisou o dirigente, durante o "closing bell" do Euronext Lisboa.
Por fim, Soares de Oliveira aproveitou para tranquilizar os sócios e adeptos em função das eventuais saídas do plantel. "O que digo aos benfiquistas é lembrarem-se daquilo que têm sido os últimos anos. Todos os anos há preocupação por parte dos nossos adeptos relativamente aquilo que são as saídas do plantel. As saídas do plantel têm que ser vistas como uma parte normal da nossa actividade. Todos os anos as pessoas ficam muito preocupadas relativamente aos investimentos que são feitos pelos nossos mais diretos concorrentes. A verdade é que nos últimos dois anos, independentemente dessas políticas serem verdade ou não, fomos campeões e, portanto, encaramos esta pré-temporada e o arranque para a nova época como a época em que temos todas as condições para voltar a ser campeões", assegurou.
Soares Oliveira rejeitou comentar qualquer negociação relativamente à saída de Nico Gaitán. "Não posso confirmar qualquer negociação que esteja em curso porque teríamos de dar muito mais informação e não seria razoável, mais a mais tendo hoje aqui a presença da CMVM neste evento".
"É um dos jogadores que tem efetivamente mercado, mas não diria que é o único. Há sempre aqui uma questão de que nem sempre as vendas mais altas são as vendas mais interessantes. Em cada momento tem que se perceber aquilo que é a curva de valor de determinado jogador e tem que se perceber se esse jogador está no ponto máximo da sua maximização como jogador. O Gaitán, hoje em dia, está próximo do seu valor máximo como jogador. Não quer dizer que não possa continuar a evoluir", assegurou, sem especificar se considera este como o "momento certo para o vender": "Não sei se é. Não temos uma necessidade de venda, se houver efetivamente uma oportunidade interessante não deixará de ser analisada".