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«Pior na Madeira era... a aterragem»



"O jogo correu-me bem, pois fiz um golo de fora da área, através de um remate forte e bem colocado. Aliás, ao longo da minha carreira tive a oportunidade de apontar mais tentos de meia distância, não só ao serviço do Benfica. Era esse o meu jeito de jogar e foi assim que ganhei algum reconhecimento. Na minha memória ficaram igualmente marcados os voos para o Funchal. O pior dos encontros que tínhamos de realizar ali era mesmo... o momento da aterragem, pois a pista é encostada ao mar. Quando o avião se aproximava do destino havia sempre muita gente com problemas intestinais [risos]. Houve até uma vez que um elemento da comitiva quase desmaiou, tão fortes eram os ‘abanões’ do avião." - afirmou Isaías